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terça-feira, dezembro 04, 2012

Amazonas refina 1,3 milhão de barris

Petróleo 
Resultado no mes representou queda de 12,7 em comparação com mesmo período do ano passado, segundo dados da ANP 
No país, o volume de petróleo refinado totalizou 9.667.788m³
    Em outubro, o volume de petróleo refinado na Reman, Amazonas, foi de 1,3 milhões barris, de acordo com dados divulgados pela ANP (Agência Nacional de Petróleo). O número corresponde a uma queda de 12,7% em comparação ao mesmo período do ano passado que fechou em 1,4 milhões de barris. 

   Já em comparação com o mês anterior que também fechou em 1,3 milhões de barris de petróleo refinados na Reman, houve uma pequena queda de 0,19%, que correspondeu a menos 2.440 barris de petróleo refinados em outubro. No Brasil, o volume de petróleo refinado somou 60,8 milhões de barris um aumento de 4,1% comparado ao mês de outubro de 2011 que registrou 60,7 milhões de barris. 

   Mas, na comparação ao mês anterior que fechou com 59,8 milhões de barris, o resultado foi 1,6% maior que o volume do ‘ouro negro’ já refinado em setembro. 

Volume em m³ 
   O volume de petróleo refinado na Reman foi de 206.378m³ de acordo com dados divulgados pela ANP, referente ao mês de outubro de 2012. O número corresponde a uma queda de 12,7% em comparação ao mesmo período do ano passado que fechou em 228.150m³ de petróleo refinados no Estado. Em comparação com o mês de setembro que fechou em 206.766m³ de petróleo refinados no Amazonas, houve uma pequena queda de 0,19%, que correspondeu a menos 388m³ de petróleo refinados em outubro. 
   
   No país, o volume de petróleo refinado totalizou 9.667.788m³ um aumento de 4,1% comparado ao mês de outubro do ano anterior que registrou 9.645.597m³. Mas, na comparação ao mês anterior que fechou com 9.515.300m³, o resultado foi 1,6% maior que o volume de petróleo refinado nas unidades da federação. 

Processamento de petróleo
  As informações apresentam, no mês, o volume de petróleo processado em refinarias nacionais, por refinaria, por origem (nacional e importada) e por Unidade da Federação, no caso consideramos as informações da Reman localizada na capital do estado do Amazonas.

  Inclui também o processamento de outras cargas (resíduos de petróleo, resíduos de terminais e resíduos de derivados) que são processados nas unidades de destilação atmosféricas juntamente com as cargas de petróleo e condensado. 

   Os dados sobre o petróleo nacional refinado incluem petróleo, condensado e C5+ e o importado, petróleo e condensado. 

Publicado no Jornal do Commercio, A6
www.jcam.com.br 

quarta-feira, outubro 10, 2012

Indicadores de Produção Industrial IBGE


segunda-feira, outubro 08, 2012

Custo tem queda de 0,19%

Construção civil
Publicado no Jornal do Commercio, em 7 e 8/10/2012, A6
Índice Nacional da Construção Civil no Amazonas mostra redução no custo no mês de setembro
   No Amazonas o custo médio por metro quadrado caiu a -0,19% em setembro, divulgado pelo IBGE na sexta-feira (5). Depois de forte alta no mês de agosto de 2,75% fechando em R$ 883,44, já em setembro caiu para R$ 881,73. Existe a possibilidade da forte retração por que passa o consumo, tenha impedido que o comércio pratique maiores reajustes nas suas mercadorias. Mesmo considerando o período do ano em que é mais propício para obras, o comércio de material de construção reflete a baixa circunstancial do consumo de materiais.
   Outro ponto avaliado na pesquisa foi o do custo de projeto por metro quadrado, onde apenas são considerados a mão de obra e os insumos.  Nesta perspectiva, quase todos os tipos de projeto padrão tiveram pequena variação. A queda ocorreu principalmente pelos insumos que dos 69 produtos da construção pesquisados pelo IBGE mensalmente; 46 não apresentaram qualquer movimento, quinze sofreram queda e apenas oito tiveram algum reajuste. Dobradiça foi o produto que sofreu a maior queda de preço no mês de -13%, seguida de argamassa pré-fabricada com -5,3%. Entre aqueles que aumentaram seus preços, destaque para bloco de concreto com 26% de aumento, seguido de chuveiro elétrico com 6,7%.

Região Norte registra menor variação mensal: 0,05%
   A menor variação regional em setembro foi a da região Norte, com alta de 0,05%, seguindo-se, em ordem crescente: 0,12% na região Sudeste, 0,27% na região Centro-Oeste, 0,38% na região Sul e 0,42% na região Nordeste.
   Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 852,88 no Norte; R$ 794,31 no Nordeste; R$ 861,15 no Centro-Oeste; R$ 880,67 no Sudeste; R$ 863,77e no Sul do país.

Índice Nacional da Construção Civil varia 0,25% em setembro
   Calculado pelo IBGE em convênio com a CAIXA, o Sinapi apresentou variação de 0,25% em setembro, recuando 0,54 ponto percentual em relação a agosto (0,79%). Considerando os meses de janeiro a setembro de 2012, a taxa de 4,64% está abaixo do mesmo período em 2011, fixada em 4,74%. O resultado dos últimos doze meses fechou em 5,55%, pouco acima dos 5,49% registrados nos doze meses anteriores. Em setembro de 2011, a variação foi de 0,19%.
Em setembro subiu para R$ 845,10 o custo nacional da construção civil, por metro quadrado, sendo R$ 449,99 relativos aos materiais e R$ 397,19 à mão de obra, em comparação com R$ 845,10 apurados em agosto.

Dados
Convênio


Estes resultados são calculados mensalmente pelo IBGE através de convênio com a CAIXA – Caixa Econômica Federal, a partir do SINAPI – Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil. O SINAPI, criado em 1969, tem como objetivo a produção de informações de custos e índices de forma sistematizada e com abrangência nacional, visando à elaboração e avaliação de orçamentos, como também acompanhamento de custos. Em 2002, o Congresso Nacional aprovou, através da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), a adoção do SINAPI como referência para delimitação dos custos de execução de obras públicas.

www.jcam.com.br